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Dicas de sites e conteúdos online para estudar e desenvolver os seus trabalhos escolares
(Source : everyebooks)
Publicado no Youtube em 25/10/2012 por phdcomics
What is open access? Nick Shockey and Jonathan Eisen take us through the world of open access publishing and explain just what it’s all about. Make sure to watch it in HD and Fullscreen!
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CREDITS
Animation by Jorge Cham
Narration by Nick Shockey and Jonathan Eisen
Transcription by Noel Dilworth
Produced in partnership with the Right to Research Coalition, the Scholarly Publishing and Resources Coalition and the National Association of Graduate-Professional Students
A adoção de um sistema online para o aprendizado infantil permite aos alunos melhorarem suas habilidades para a escrita de maneira notável, segundo o resultado de um estudo realizado na Suíça nos últimos três anos divulgado nesta terça-feira.
A principal conclusão é que as crianças que tiveram acesso ao sistema - no qual podiam ler, escrever e conversar livremente - aprenderam a escrever seus textos de maneira mais interessante para o leitor, e inclusive com melhor ortografia.
O estudo foi dirigido pelo professor Hans-Jakob Schneider, da Escola de Estudos Sociais do noroeste da Suíça. A equipe de docentes trabalhou com 724 crianças entre sete e dez anos (num total de 44 turmas) de três diferentes cantões do país (Argóvia, Zurique e Basileia), divididas em dois grupos.
Os alunos do primeiro grupo tiveram de se inscrever no sistema online, enquanto os do segundo grupo não tinham acesso algum e escreviam seus textos no papel. O que se observou é que a experiência no sistema online permitiu às crianças melhorar sua linguagem narrativa, habilidade que desenvolveram muito melhor que as do segundo grupo após os três anos que durou a experiência, financiada pelo Fundo Nacional Suíço (FNS), organismo público que promove a pesquisa científica.
Os professores detectaram que as diferenças eram particularmente significativas nas “marcas linguísticas visíveis” do texto, pois as crianças que trabalharam com a plataforma online usavam mais conjunções temporais, como “primeiramente” e “em seguida”.
Além disso, faziam uso de frases ou palavras que reavivavam a atenção do leitor, como “de repente”, enquanto seus adjetivos e verbos tinham mais a ver com as emoções. Em suma, seus textos eram mais atrativos que os do grupo que escrevia em papel.
A pesquisa determinou que a razão disso era que, no grupo que usou internet, os alunos tentavam envolver mais o leitor, queriam que o texto fosse atraente e podiam deduzir - ao observar os textos que eram mais lidos no sistema - o que mais podia chamar a atenção do leitor. Diferente do que se poderia pensar, a ortografia deste grupo não ficou pior, mas pelo contrário, o que é louvável sobretudo quando se leva em conta que os professores não corrigiam o que escreviam no sistema.
PERSEGUIR
Na vida real x No Facebook
“assustador” e “socialmente aceitável”
Fonte: http://theepichumor.tumblr.com.
(Source : niknak79, via epic-humor)

Antes de entrarmos no cerne da questão linguística contida aqui neste post, gostariamos de fazer uma breve pausa para um “Momento Curiosidade” —> Você sabia que o “vc” que usamos hoje é o diminutivo de “você“, que é o diminutivo de “vancê“, que é o diminutivo de “vosmecê“, que é o diminutivo de “vossemecê“, que é o diminutivo de “vossa mercê“? Pois é!
A língua é uma coisa viva, ela evolui com a humanidade e é sempre um reflexo direto da mesma e seus comportamenos da época. Somos uma humanidade conectada! A internet é rápida, feita de acontecimentos rápidos e, obviamente, exige uma comunicação tão rápida quanto.
Sim, economizamos teclas e vossa mercê pode achar isso ruim, mas não é, amg! É apenas uma adaptação ao meio. CTZ! Daí que, por conta disso, surgiram várias abreviações e acrônimos pra ajudar a GLR na difícil missão de se comunicar rápido e em espaços cada vez mais reduzidos (bj pro Twitter).
Pra você não ficar perdido em meio a tanta sigla WTF, fizemos aqui um Breve Dicionário de Acrônimos Wébicos que você tem que conhecer e compartilhar com seus pais pra que eles entendam o que você escreve. Nem todos são originários de ambientes digitais e online, mas todos são LARGAMENTE usados pela GLR hoje em dia. YOLO, amg! Escolha seu acrônimo e não tenha medo! :)
VDD
PQPVC
OBG
BRB
IDK
Quem governa a rede? Com quais interesses? Será que somos todos livres para acessar conteúdos? Ou ter privacidade? Que direitos humanos são afetados quando se ataca a liberdade da rede? Quem garante o direito de todos os cidadãos a uma conexão rápida e de baixo custo?
Freenet? é um documentário colaborativo sobre o futuro da liberdade na Internet. Seu objetivo principal é utilizar a troca de conteúdo audiovisual para trazer o debate atual das esferas acadêmica e governamental para a linha de frente das comunidades online, promovendo conscientização e mobilização dos maiores interessados: nós, os usuários de Internet.
Publicado no YouTube por FreenetFilm.
(Licença de atribuição Creative Commons)
Site da organização: http://www.freenetfilm.org/.
Fazer uma vaquinha não é novidade para ninguém. Praticamente todo mundo já dividiu um presente, ou a organização de um churrasco. Mas que tal ajudar a financiar a produção de um disco, um documentário, ou até mesmo a contratação de um jogador para o seu time do coração? Se você nunca pensou no assunto, comece a se imaginar como um contribuidor de diferentes iniciativas.
É isso que você pode fazer com um modelo que está ganhando força na internet brasileira: o crowdfunding, ou vaquinha virtual, como ficou conhecida. O conceito ganhou destaque durante as eleições para presidente nos Estados Unidos, em 2008. Na época, o então candidato Barack Obama usou esse mecanismo para conseguir recursos para sua campanha. A estratégia foi um sucesso. Ao todo, foram registradas 10 milhões de contribuições, com uma média de US$ 70 cada uma.
A ideia por trás do crowdfunding é juntar um grande número de pessoas com interesses comuns para levantar recursos de uma forma rápida e menos burocrática. Funciona assim: o autor de um projeto cadastra-se em um site e informa o volume de dinheiro de que necessita para concretizar a ideia. Pessoas ou empresas que se interessarem pelo assunto fazem suas contribuições para ajudar a iniciativa a sair do papel. Os benefícios variam de acordo com o projeto: pode ser um ingresso no caso de um show, um CD no patrocínio de um álbum de música ou a dedução de impostos em uma iniciativa cultural.
Se o valor mínimo não for alcançado, os financiadores recebem o dinheiro de volta. Pela intermediação, os sites recebem entre 5% e 10% do valor arrecadado. No Brasil existem pelo menos 10 sites que praticam o modelo de crowdfunding. Nomes como Catarse, Quero Incentivar, Ativa Aí e Queremos compõem a lista. A maioria está direcionada a projetos de música, teatro, TV e cinema.
Nos Estados Unidos, há um site, o Petridish, voltado só para financiar projetos científicos. Mas hão há limites para o que se pode fazer com o crowdfunding. Lançado no começo do ano, o brasileiro Nake It tem o intuito de levantar dinheiro para financiar a realização de ensaios sensuais. O primeiro projeto arrecadou cerca de R$ 300 mil e os criadores do site prometem novidades em breve.
Outra iniciativa é o My Own Player (MOP), que pretende conseguir dinheiro para a contratação de jogadores de futebol. A primeira iniciativa, em fevereiro, tinha intenção de levantar R$ 21 milhões para trazer o meia Wesley para o Palmeiras. Com duração de 30 dias, a campanha arrecadou menos que o pretendido. Foram R$ 832 mil, de 3 mil pessoas. O dinheiro foi devolvido aos participantes. O Palmeiras acabou contratando o jogador com a ajuda de um patrocinador.
Na avaliação de Felipe Andrade, sócio-fundador do MOP, mesmo sem ter arrecadado o montante, a iniciativa foi um sucesso. “Tivemos 1,1 milhão de visitantes em 30 dias, uma audiência parecida com a de sites de notícias de esportes”, diz. Para criar o MOP, Andrade e seus sócios investiram até agora R$ 6 milhões. O objetivo é intermediar entre 10 e 12 operações por ano. “Um torcedor apaixonado quer ver o clube tendo resultados. E fazer parte disso é um estímulo muito forte”, afirma.
Nem todas as iniciativas requerem grandes investimentos. O Catarse e o Quero Incentivar foram criados com aportes de R$ 8 mil e R$ 10 mil, respectivamente. Segundo, Diego Reeberg, cofundador do Catarse, em pouco mais de um ano de atividade o site já repassou R$ 2,5 milhões em recursos para projetos em diversas áreas. A receita passou de R$ 100 mil no período. “Queremos abrir todas as contas do site até o fim do ano. No crowdfunding, transparência é fundamental.”
Não existe regulamentação específica para esse tipo de atividade. As empresas podem se registrar na junta comercial como intermediadoras. A possibilidade de abater a contribuição do imposto ou a emissão de nota fiscal dependem do tipo do projeto.
Na avaliação de Adolfo Melito, conselheiro de economia criativa da Federação do Comércio de São Paulo (FecomercioSP), o modelo tem potencial para tornar-se uma fonte alternativa de recursos para quem tem um projeto, ou ideia. “No Brasil você tem um excesso de concentração de investimento em grandes iniciativas. E o crowdfunding é uma opção para quem está iniciando”, diz.
Se é bom para quem quer colocar uma ideia em prática, o modelo de negócios da vaquinha virtual também começa a atrair a atenção de investidores. É o caso do Ativa Aí. Fundado em outubro, o site que organiza shows de bandas que não integram o circuito promovido pelas empresas de entretenimento acaba de receber um aporte de Marcos Amaro, filho do comandante Rolim Amaro, fundador da TAM. “É um investimento baixo com alto potencial de retorno”, diz. Segundo Rafael Mori, cofundador do Ativa Aí, o objetivo é transformar o site em uma ferramenta para que produtores de todo o país possam organizar seus shows.
© 2000 – 2012. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A.
Fonte: www.valor.com.br
Quando foi que você usou seu primeiro computador? E a primeira conexão com a internet, quando foi? (barulhinho de modem discando na sua cabeça AGORA) A internet como a gente conhece hoje é muito recente e o pessoal mais novo não tem ideia de como ela evoluiu. Já teve até gente prevendo a morte da internet em 1995! #Vamos acompanhar a história dessa coisa linda que é a interwebz. (YouPix)
O Brasil acabava de aderir oficialmente à internet em 1995. No “Fique Por Dentro”, que eram inserções no jornalismo da Globo com breves ”pílulas’ de noções gerais sobre alguns temas importantes na época, Sérgio Chapellin dizia como o brasileiro teria que fazer para “participar” da internet no Brasil na segunda metade da década de 90, quando o país contava ainda com apenas 30mil usuários (ou ‘participantes’).(Baú da tv, no YouTube)
1995
O ano em que o Brasil entrou oficialmente pra ~rede mundial de computadores~ foi marcante. Quem dava o acesso era só a Embratel e a conexão era discada, o que fazia o telefone ficar ocupado enquanto você navegava. Pra você ver, manolinho que não viveu essa época, a velocidade máxima era de 56,6 kbps, enquanto hoje com a banda larga a gente consegue até 100 Mbps no Brasil. (…)
Número de pessoas online: 16 milhões
Número de sites: 240 mil
Rede social: Não tinha
Viral: era falar de vírus de computador, o grande temor dos donos de microcomputadores!
Palavra do ano: Internet
Site do momento:Cadê? – O primeiro site de buscas brasileiro indexava sites pra te mostrar os resultados. O cadastro era manual (se você tinha um site, mandava um email pedindo pra eles incluírem e vinha a confirmação, três semanas depois) e a relevância dos resultados era muito relativa. (youPix)
Reaproveitamento do meme Luiza que está no Canadá feito pela operadora Vivo, com Gerardo Rebello, o pai da Luiza que agora está no Brasil
LUIZA (que já voltou do Canadá), OS MEMES E AS MÍDIAS SOCIAIS
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Caiu na rede, todo mundo comenta. Esse são os memes, imagens, gírias ou comportamentos que vão sendo repassados pela internet e viram mania.
Segundo a professora de marketing digital Martha Gabriel, os memes surgem ou porque alguém achou engraçado, ou para pertencer a algum grupo, para ganhar dinheiro ou até mesmo para ser aceito.
Rage FacesQualquer pessoa pode ser iniciador de um meme, o fato é que eles constituem manifestações únicas e espontâneas que não podem ser copiadas, não têm replay e perdem suas características se reaproveitados como algumas marcas fizeram com o “Luiza, que está no Canadá”.
O primeiro reaproveitamento foi feito pela operadora Vivo que, imediatamente, providenciou um comercial para a Vivo Internet 3G com Gerardo Rebello, o pai da Luiza do Canadá que agora está no Brasil.
Nesse comercial (de roteiro duvidoso), ele revela que usava a internet 3G da Vivo para falar com a Luiza quando ela estava no Canadá (acho que perdi essa parte), e faz um apelo surpreendente no final. Infelizmente, o apelo surpreendente não vingou e, ao que parece, a Regina continuará na Alemanha (rs).
O vídeo já acumula mais de 400 mil visualizações, mas infelizmente não temos o feedback dos usuários já que, diferente do Magazine Luiza, a Vivo não permitiu que os usuários avaliassem ou comentassem seu vídeo (#fail).O segundo reaproveitamento foi um vídeo que você pode visionar aqui (de produção e roteiro duvidodos) idealizado pelo Magazine Luiza para um concurso cultural em que um novo nome seria escolhido para o magazine (já que a Luiza estava no Canadá). Dessa vez, a protagonista foi a própria Luíza que convidava os usuários (animadíssima?) a participarem do concurso.Felizmente, o Magazine Luiza deu oportunidade para os usuários avaliarem o vídeo e, infelizmente, o resultado não foi muito satisfatório. Quase 90% das avaliações são negativas.
Observação: O vídeo linkado acima não é o original. O material produzido e publicado no canal do Magazine Luiza no Youtube foi marcado como privado, certamente em função da má repercussão. (trecho atualizado em 22/02/2012.)
Aqui, cabe lembrar que meme e viral não são a mesma coisa. Enquanto o viral (como o próprio nome sugere) é qualquer coisa que se espalha rapidamente, o meme é algo que, além de se espalhar de maneira colaborativa e orgânica, ganha versões e pode ter o seu significado alterado.
Isso signfica que “Luiza, que está no Canadá” se trata de um meme que se espalhou e ganhou várias versões […].
E se fosse com você?? Sequência de tweets da @meninanaopode
por Pablo Mayer http://braboscomics.com/blog/
I designed a spoof poster a year ago then thanks to Google images and a lack of translation this...
Fizemos essa imagem para o carnaval, mas a dica é para o ano inteiro:

Kinderovo: Agora com Gênero!
No mesmo feeling da ‘Bic for Her’ que deixou mulheres em todo o mundo surpresas ao descobrirem que a caneta bic...