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When living with your parents.
Gifs de cenas do curta-metragem de 1902 Viagem à Lua (Le voyage dans la lune), um dos filmes mais conhecidos de Georges Méliès.
Nele, o célebre ilusionista usou maquetes, truques óticos e “técnicas de dupla exposição do filme” (Wikipedia) de modo que obteve “efeitos especiais inovadores para a época” (Ibidem).
Para assistir à versão original (sem voz em off), clique aqui.
(Source : strangewood, via ellotoazul)
Banksy (via lutarcriarpoderpopular)
Para mais, sugiro o documentário Exit through the gift shop.
Fazer uma vaquinha não é novidade para ninguém. Praticamente todo mundo já dividiu um presente, ou a organização de um churrasco. Mas que tal ajudar a financiar a produção de um disco, um documentário, ou até mesmo a contratação de um jogador para o seu time do coração? Se você nunca pensou no assunto, comece a se imaginar como um contribuidor de diferentes iniciativas.
É isso que você pode fazer com um modelo que está ganhando força na internet brasileira: o crowdfunding, ou vaquinha virtual, como ficou conhecida. O conceito ganhou destaque durante as eleições para presidente nos Estados Unidos, em 2008. Na época, o então candidato Barack Obama usou esse mecanismo para conseguir recursos para sua campanha. A estratégia foi um sucesso. Ao todo, foram registradas 10 milhões de contribuições, com uma média de US$ 70 cada uma.
A ideia por trás do crowdfunding é juntar um grande número de pessoas com interesses comuns para levantar recursos de uma forma rápida e menos burocrática. Funciona assim: o autor de um projeto cadastra-se em um site e informa o volume de dinheiro de que necessita para concretizar a ideia. Pessoas ou empresas que se interessarem pelo assunto fazem suas contribuições para ajudar a iniciativa a sair do papel. Os benefícios variam de acordo com o projeto: pode ser um ingresso no caso de um show, um CD no patrocínio de um álbum de música ou a dedução de impostos em uma iniciativa cultural.
Se o valor mínimo não for alcançado, os financiadores recebem o dinheiro de volta. Pela intermediação, os sites recebem entre 5% e 10% do valor arrecadado. No Brasil existem pelo menos 10 sites que praticam o modelo de crowdfunding. Nomes como Catarse, Quero Incentivar, Ativa Aí e Queremos compõem a lista. A maioria está direcionada a projetos de música, teatro, TV e cinema.
Nos Estados Unidos, há um site, o Petridish, voltado só para financiar projetos científicos. Mas hão há limites para o que se pode fazer com o crowdfunding. Lançado no começo do ano, o brasileiro Nake It tem o intuito de levantar dinheiro para financiar a realização de ensaios sensuais. O primeiro projeto arrecadou cerca de R$ 300 mil e os criadores do site prometem novidades em breve.
Outra iniciativa é o My Own Player (MOP), que pretende conseguir dinheiro para a contratação de jogadores de futebol. A primeira iniciativa, em fevereiro, tinha intenção de levantar R$ 21 milhões para trazer o meia Wesley para o Palmeiras. Com duração de 30 dias, a campanha arrecadou menos que o pretendido. Foram R$ 832 mil, de 3 mil pessoas. O dinheiro foi devolvido aos participantes. O Palmeiras acabou contratando o jogador com a ajuda de um patrocinador.
Na avaliação de Felipe Andrade, sócio-fundador do MOP, mesmo sem ter arrecadado o montante, a iniciativa foi um sucesso. “Tivemos 1,1 milhão de visitantes em 30 dias, uma audiência parecida com a de sites de notícias de esportes”, diz. Para criar o MOP, Andrade e seus sócios investiram até agora R$ 6 milhões. O objetivo é intermediar entre 10 e 12 operações por ano. “Um torcedor apaixonado quer ver o clube tendo resultados. E fazer parte disso é um estímulo muito forte”, afirma.
Nem todas as iniciativas requerem grandes investimentos. O Catarse e o Quero Incentivar foram criados com aportes de R$ 8 mil e R$ 10 mil, respectivamente. Segundo, Diego Reeberg, cofundador do Catarse, em pouco mais de um ano de atividade o site já repassou R$ 2,5 milhões em recursos para projetos em diversas áreas. A receita passou de R$ 100 mil no período. “Queremos abrir todas as contas do site até o fim do ano. No crowdfunding, transparência é fundamental.”
Não existe regulamentação específica para esse tipo de atividade. As empresas podem se registrar na junta comercial como intermediadoras. A possibilidade de abater a contribuição do imposto ou a emissão de nota fiscal dependem do tipo do projeto.
Na avaliação de Adolfo Melito, conselheiro de economia criativa da Federação do Comércio de São Paulo (FecomercioSP), o modelo tem potencial para tornar-se uma fonte alternativa de recursos para quem tem um projeto, ou ideia. “No Brasil você tem um excesso de concentração de investimento em grandes iniciativas. E o crowdfunding é uma opção para quem está iniciando”, diz.
Se é bom para quem quer colocar uma ideia em prática, o modelo de negócios da vaquinha virtual também começa a atrair a atenção de investidores. É o caso do Ativa Aí. Fundado em outubro, o site que organiza shows de bandas que não integram o circuito promovido pelas empresas de entretenimento acaba de receber um aporte de Marcos Amaro, filho do comandante Rolim Amaro, fundador da TAM. “É um investimento baixo com alto potencial de retorno”, diz. Segundo Rafael Mori, cofundador do Ativa Aí, o objetivo é transformar o site em uma ferramenta para que produtores de todo o país possam organizar seus shows.
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Fonte: www.valor.com.br
E se fosse com você?? Sequência de tweets da @meninanaopode
por Pablo Mayer http://braboscomics.com/blog/
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Fizemos essa imagem para o carnaval, mas a dica é para o ano inteiro:

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