Educomunicar |
Tumblr da área de educomunicação, vulgo educom, destinado a todo educador que acredita na não-excludência entre a originalidade e o compromisso, o humor e a seriedade, o novo e a tradição. =) |
Maria Aparecida Baccega
Atua no mestrado da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), com estudos e pesquisas nas relações comunicação e consumo; pesquisadora do Centro de Estudos de Telenovela (CETVN) e do Centro de Estudos Comunicação e Trabalho, ambos da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, onde é professora; é fundadora e editora de 1994 a 2004 da revista Comunicação & Educação. E‑mail: mabga@usp.br.
Resumo:O artigo conceitua o campo comunicação/educação como espaço privilegiado da atuação dos educadores, professores em particular, apresentando‑o como lócus na formação dos sentidos sociais. Arrola outras características e mostra que comunicação/educação é muito mais que levar alunos a produzir telejornais, reproduzindo o que aí está. Afirma que as práticas comunicacionais no âmbito da escola, para que atuem no sentido das mudanças, devem resultar do conhecimento efetivo desse campo, para assim permitir que os sujeitos construam uma postura crítica diante da mídia, diante do mundo.
Palavras‑chave: comunicação/educação, meios de comunicação, cidadania, criticidade, escola.
Fonte: BACCEGA, M. Comunicação/educação e a construção de nova variável histórica. Comunicação & Educação, Brasil, v. 14, n. 3, 2011. Disponível em http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/comeduc/article/view/7837/7235.
Maria Aparecida Baccega
Professora do mestrado da ESPM. Coordenadora adjunta do Programa de Mestrado em Comunicação e Práticas de Consumo (ESPM). Professora associada aposentada da ECA-USP. Editora da revista Comunicação & Educação, USP/Paulinas, de 1994 a 2005. Autora de artigos e livros, entre os quais: Comunicação e linguagem: discursos e ciência (Moderna) e Televisão e escola: uma mediação possível? (Senac). E-mail: mabga@usp.br
Denise de Oliveira Freire
Jornalista especialista em Jornalismo Cultural pela PUC-SP e assistente de pesquisas acadêmicas no Programa de Mestrado em Comunicação e Práticas de Consumo da ESPM. E-mail: denise-freire@hotmail.com
Resumo: Inserindo-se no campo comunicação/educação, esta crítica procura verificar como a publicidade se apresenta nos livros didáticos destinados a jovens do Ensino Médio. Para tanto, tomamos os anúncios publicitários inseridos nos livros mais usados: um volume único e um seriado, totalizando, portanto, quatro livros. Através de uma análise primeiramente quantitativa, e, depois, qualitativa, verificamos os modos mais recorrentes das sugestões de exploração dos anúncios publicitários em sala de aula. O resultado nos revelou que as atividades propostas, ainda que interessantes para os estudos de língua, não contemplam, em nenhum momento, a discussão da publicidade na construção de significados e da mídia no tecido da cultura, temas prioritários na contemporaneidade.
Palavras-chave: crítica, educação, publicidade, livro didático, recepção.
Fonte: BACCEGA, M.; FREIRE, D. A publicidade nos livros didáticos do Ensino Médio. Comunicação & Educação, Brasil, v. 12, n. 2, 2010. Disponível em http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/comeduc/article/view/7098/6399.
Tânia Márcia Cezar Hoff
Professora do Programa de Mestrado em Comunicação e Práticas de Consumo da ESPM. E-mail: thoff@espm.br
Resumo: Atualmente, escola e mídia são experiências de todos: aprender as mídias no mais amplo sentido é uma competência fundamental para o exercício da cidadania. Este artigo apresenta uma discussão de caráter teórico – e não prescritivo – a respeito da utilização do texto publicitário como suporte pedagógico na construção de um sujeito crítico. Focamos nossa reflexão no Ensino Médio de escolas públicas, a etapa final da educação básica e último momento de formação geral, quando a maioria dos jovens brasileiros encerra a trajetória escolar.
Palavras-chave: texto publicitário, educação, suporte pedagógico, sujeito crítico.
Fonte: HOFF, T. O texto publicitário como suporte pedagógico para a construção de um sujeito crítico. Comunicação & Educação, Brasil, v. 12, n. 2, 2010. Disponível em http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/comeduc/article/view/7091/6394.
Professor livre-docente do Departamento de Comunicações e Artes da ECA/USP e Chefe do Departamento de Comunicações e Artes. Pesquisador do CNPq. E-mail: citelli@uol.com.br.
Resumo: O tema da diversidade cultural vem sendo objeto de discussão em diversos âmbitos da vida social. Os meios de comunicação e a escola surgem, particularmente, como espaços marcados por esse debate, quer no sentido de posicioná-lo, estimulá-lo, quer para, simplesmente, esquecê-lo, discriminá-lo. De qualquer modo, um dos vetores sob os quais o problema costuma ser formulado é o dos arranjos discursivos: livros didáticos, programas de televisão, emissões de rádio etc. O objetivo deste artigo é discutir como determinadas tensões culturais podem ser lidas nas linguagens que circundam as mídias e a escola.
Fonte: CITELLI, A. Escola, linguagem e diversidade cultural nos contextos midiáticos. Comunicação & Educação, Brasil, v. 12, n. 3, 2010. Disponível em http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/comeduc/article/view/7109/6410.
Lacy Barca
Jornalista, doutoranda do Departamento de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, área de concentração em Educação, Difusão e Gestão em Biociências. E-mail: lacy.barca@tvglobo.com.br
Resumo: O artigo destaca o uso da linguagem cinematográfica para a formação da figura do cientista no imaginário das pessoas. Mostra que já na primeira obra lançada no cinema em 1902, Le Voyage dans la Lune – Viagem à Lua, do francês Georges Méliès, aparecem as primeiras representações distorcidas sobre os cientistas. A autora, através de uma amostra de filmes, demonstra a diversidade de papéis que o cientista representou no cinema ao longo de um século. Apresenta também algumas pesquisas que analisaram a extensão da influência que esses filmes tiveram no entendimento do público sobre a ciência e como ajudaram a construir as representações da sociedade sobre os cientistas.
Palavras-chave: cientistas, cinema, linguagem cinematográfica, influência, entendimento.
Fonte: BARCA, L. As múltiplas imagens do cientista no cinema. Comunicação & Educação, Brasil, v. 10, n. 1, 2008. Disponível em http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/comeduc/article/view/4916/4730.
MORIZOT, Dominique. A escrita em questão: fuga ou invenção do cotidiano. Revista Comunicação & Educação, São Paulo, n. 1, p. 43-51, jan/abr 2008. Disponível em www.revistas.univerciencia.org.
LIVINGSTONE, Sonia. Internet literacy: a negociação dos jovens com as novas oportunidades on-line. In: MATRIZes, Vol. 4, Nº 2 (2011), PPGCC-USP, p. 11-42. Disponível em: http://www.matrizes.usp.br/ojs/index.php/matrizes/article/view/265
E se fosse com você?? Sequência de tweets da @meninanaopode
por Pablo Mayer http://braboscomics.com/blog/
I designed a spoof poster a year ago then thanks to Google images and a lack of translation this...
Fizemos essa imagem para o carnaval, mas a dica é para o ano inteiro:

Kinderovo: Agora com Gênero!
No mesmo feeling da ‘Bic for Her’ que deixou mulheres em todo o mundo surpresas ao descobrirem que a caneta bic...